Guia de Segurança · Equipe Única Ativos
🎯 Resumo Direto: o golpe do precatório quase sempre tem o mesmo padrão: alguém entra em contato dizendo que seu precatório foi liberado, cria urgência, e pede um pagamento adiantado disfarçado de "taxa", "custas" ou "imposto" — ou pede seus documentos. A regra de ouro: nenhum tribunal cobra para liberar precatório, e nenhuma empresa séria pede dinheiro adiantado. Se pedirem, é golpe.
Os golpes com precatório cresceram muito, e eles miram exatamente quem está esperando um dinheiro há anos — aposentados, pensionistas, servidores. Os criminosos usam dados reais do seu processo (que são públicos) para parecer legítimos. Por isso, entender como o golpe funciona é a melhor defesa que existe. Vamos te mostrar o passo a passo da fraude e como se blindar.
Quase todos os golpes seguem o mesmo roteiro. Conhecer cada etapa faz você reconhecer a fraude já no primeiro contato:
Você recebe uma mensagem no WhatsApp, uma ligação ou um e-mail de alguém que se diz advogado, assessor jurídico ou funcionário do tribunal. Você não procurou essa pessoa — ela apareceu.
O golpista cita o número do seu processo, os nomes das partes, o valor aproximado. Tudo verdadeiro — porque essas informações são públicas e qualquer um consulta. Isso não prova que ele é legítimo.
Ele anuncia que o seu precatório foi liberado ou que há uma janela de pagamento aberta. A emoção da notícia baixa a sua guarda — é exatamente o objetivo.
"Você tem até amanhã", "o prazo está acabando", "se não pagar hoje perde o valor". A pressa serve para impedir que você confirme com o seu advogado ou com o tribunal.
Pede-se um depósito adiantado — chamado de "taxa de liberação", "custas", "emolumentos", "imposto" ou "honorários". Ou pedem cópias dos seus documentos para "atualizar o cadastro". Depois do pagamento, o golpista some.
Grave esta frase, porque ela sozinha já te protege de quase todos os golpes: nenhum tribunal cobra nada para liberar precatório. Não existe taxa de liberação, custas de levantamento ou imposto antecipado. Se alguém pede dinheiro para você receber dinheiro, é golpe. Sempre.
Saber como funciona o pagamento real desmonta o golpe na hora. Quando o seu precatório é pago, o tribunal deposita o valor em uma conta aberta para essa finalidade na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil — nunca em conta de pessoa física. O saque é feito por você, na agência, com os seus documentos, ou pelo seu advogado, se ele tiver procuração com poderes para levantar valores. Não há intermediário cobrando taxa, não há link de "confirmação", não há depósito prévio. Os descontos legais (Imposto de Renda, honorários) já saem automaticamente do valor — você nunca precisa depositar nada antes.
Pergunta justa, e a resposta é o que separa uma empresa séria de um golpe. Sim, uma empresa de antecipação precisa analisar seus documentos e o seu processo — é assim que ela calcula uma proposta real e formaliza a cessão com segurança jurídica. Por isso, inclusive, é normal e correto enviar os documentos para a análise jurídica. A diferença está em três pontos que você sempre pode verificar: uma empresa séria nunca cobra nada adiantado; o pagamento a você acontece via PIX ou TED antes ou no momento da assinatura em cartório, nunca como promessa; e tudo é formalizado por Escritura Pública, com contrato que você lê com calma. Golpista tem pressa e quer dinheiro adiantado. Empresa séria tem transparência e paga você primeiro.
A diferença em uma linha: o golpista pede que você pague para receber. A empresa honesta paga você. Se a lógica estiver invertida — você tendo que desembolsar algo para "liberar" o seu próprio dinheiro —, pare na hora.
Na Única Ativos, a análise é gratuita, a proposta é por escrito e calculada sobre o seu precatório real, e você só recebe valores pelos canais formais, com tudo registrado em cartório. Se você recebeu um contato e quer apenas confirmar se é seguro, pode falar com a gente sem nenhum compromisso. Não acredite só na nossa palavra: veja os depoimentos de quem já recebeu com a gente. A Única Ativos é uma empresa especializada em antecipação de créditos judiciais.